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Escrito por Kathy Reagan, voluntária no Ministério Irmã Rosa de Ferro
Sabemos que a oração e o estudo da Palavra são a base do nosso relacionamento com Deus. Já ouvi dizer que é assim em qualquer relacionamento: quando você para de ouvir e falar com alguém, esse relacionamento acaba. Ouvimos a Deus lendo a Sua Palavra e falamos com Ele em oração. “Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos” (Cl 4:2 NVI). Novamente, em 1 Tessalonicenses 5:17, somos instruídos: “Orem continuamente.”
Irmãs, todas nós sabemos o quanto Deus nos ama, não é? Apenas alguns minutos de meditação sobre o sacrifício de Jesus tornam isso muito claro. Sabemos que é da Sua vontade que oremos a Ele, mas vamos explorar as bênçãos que vêm de uma vida de oração forte e constante. Elas podem surpreendê-las.
- A oração nos encoraja porque sabemos que temos a atenção do Criador do universo a qualquer momento! “Sabemos que Deus não ouve pecadores, mas ouve o homem que o teme e pratica a sua vontade” (Jo 9:31). Isso ainda me impressiona, mesmo depois de 50 anos como cristã! Imagine viver em um país estrangeiro governado por um rei. Mesmo que você fosse uma amiga muito próxima dele, qual a probabilidade de conseguir que o rei ouvisse todas as suas preocupações 24 horas por dia, 7 dias por semana? Quanto mais infinitamente poderoso é Aquele que criou o universo com a Sua palavra?! Temos a Sua atenção a qualquer hora do dia ou da noite! Reserve um minuto e reflita sobre o poder disso!
- A oração nos humilha, pois começamos nossas orações com louvor, lembrando-nos do nosso lugar apropriado em relação ao nosso Criador. Quando Jesus deu aos seus apóstolos um exemplo de oração, começou com “Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome” (Mt 6:9). Nós também iniciamos nossa conversa com abundante louvor a Deus, o que nos enche de reverência diante dEle mais uma vez, ao refletirmos sobre tudo o que Ele fez e continua a fazer, sobre o Seu grande amor por nós, a ponto de entregar Seu Filho para morrer uma morte tão horrenda, abrindo o caminho para que estejamos com Ele eternamente.
- A oração nos humilha, pois constantemente pedimos a Sua ajuda. Ela nos lembra que não somos perfeitas: “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Rm 3:23). Pelo contrário, somos fracas e pecadoras, mas o inimigo gosta de nos encorajar sutilmente a sermos arrogantes, confiantes demais e a pensarmos muito de nós mesmas. A realidade é que simplesmente não somos capazes para fazer a maioria das coisas na vida sozinhas. Mas Deus promete estar conosco: “E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28:20b), e nos dar sabedoria: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tg 1:5), e força: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4:13).
- A oração nos abençoa mesmo quando estamos tão sobrecarregadas que literalmente não conseguimos articular as palavras para orar. O Espírito, que habita em nós, intercede nos momentos mais vulneráveis de nossas vidas: “Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rm 8:26).
- A oração nos abençoa mantendo nossa mente voltada para as coisas espirituais, lembrando-nos de enxergar com olhos espirituais e não nos concentrarmos nas coisas terrenas: “Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas” (Cl 3:2). A vida terrena pode ser agitada, muitas vezes nos distraindo das coisas espirituais. Mas a oração recentra nossos pensamentos e nos dá uma perspectiva adequada sobre qualquer assunto, por mais perturbador que seja.
- A oração nos abençoa à medida que entregamos continuamente nossas lutas a Ele, resultando em uma paz que nem sequer conseguimos compreender! “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus” (Fp 4:6-7).
- Por fim, a oração abençoa os outros e expande o Reino. Oramos pelos enfermos e Deus os cura, ou oramos pela segurança de nossos entes queridos e Ele a concede. Oramos para que alguém com quem estamos estudando tenha o coração aberto e, quando isso acontece, nos alegramos com essa pessoa em seu batismo! Outros são abençoados por meio de nossas orações. O Reino aumenta.
É surpreendente pensar que a maioria das bênçãos de uma vida de oração sincera e constante chega àqueles que estão orando?
Irmãs, permitam-me encorajá-las a intensificar significativamente sua vida de oração. Isso as abençoará abundantemente, assim como aqueles por quem vocês oram e o Reino!
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Escrito por Corinne Faneus, Coordenadora do Ministério Irmã Rosa de Ferro
“Bem, não resta nada a fazer a não ser orar.”
“Sinto muito, não posso fazer mais nada, mas vou orar por você.”
“O mínimo que posso fazer é orar.”
E a oração feita com fé curará o doente; o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, ele será perdoado. Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz. (Tiago 5:15-16 NVI)
Lemos nas Escrituras inúmeras orações que tiveram resultados incríveis e poderosos — Ana em 1 Samuel 2, Ezequias em 2 Reis 19 e Elias em 1 Reis 17 e 18. A oração é apresentada inúmeras vezes como o meio pelo qual depositamos nossa fé e confiança em Deus para que Ele cumpra Suas promessas e planos em nossas vidas. Contudo, muitas vezes sem intenção, com nossas próprias palavras, diminuímos o poder da oração. Como nas frases acima, frequentemente minimizamos a oração, reduzindo-a a um último recurso ou a um serviço pequeno e quase insuficiente para aqueles que nos cercam.
A oração é um dos maiores presentes que recebemos. O fato de Deus permitir e planejar que nossas orações sejam a forma como Ele se move para agir é surpreendente, intrigante, maravilhoso, misterioso e inspirador. A mão de Deus se move pelas orações de Sua criação.
Se sabemos que tudo isso é verdade sobre a oração, como podemos ser mulheres que oferecem orações poderosas e eficazes? Como nossas orações podem dar frutos?
Pode parecer clichê, mas para que nossas orações sejam poderosas e eficazes, precisamos ter fé em Deus — fé de que nossas orações têm um propósito e fé de que Deus está agindo por meio delas. Muitas vezes nos perguntamos: “Que diferença farão nossas orações? Se Deus é soberano e tem tudo planejado, que diferença faz orar pela cura de um amigo querido? Realmente importa se eu orar por um parente descrente, se a vontade de Deus será feita de qualquer maneira?”
“Jesus respondeu: ‘Eu lhes asseguro que, se vocês tiverem fé e não duvidarem, poderão fazer não somente o que foi feito à figueira, mas também dizer a este monte: ‘Levante-se e atire-se no mar’, e assim será feito.’” (Mt 21:21)
Nossas orações de fé fazem toda a diferença, não porque possamos mudar os planos de Deus, mas porque parte do plano de Deus é que oremos! Oramos para que se realize o que Deus planejou. Você confia e crê que sua oração faz parte do plano soberano de Deus? Você crê que Deus planejou agir por causa da sua oração?
Em Tiago 5:17, vemos Tiago dar um exemplo da oração poderosa e eficaz de uma pessoa justa: “Elias era humano como nós. Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante três anos e meio.” (NVI). Ser um superastro espiritual como Elias não é o que torna nossas orações eficazes e poderosas. Tiago nos mostra que Elias era um homem como nós; ele era um ser humano comum que orava. Ele era apenas um homem que orava fervorosamente, e suas orações foram atendidas. Mulheres comuns como você e eu temos essa mesma capacidade que Elias, porque a oração é sobre Deus e não sobre nós. Assim como Elias, podemos ser justas oferecendo orações fervorosas e cheias de fé.
Mulheres comuns, submissas a Deus, podem oferecer orações eficazes e poderosas porque oramos a um Deus extraordinário.
