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Escrito por Jocelynn Goff, voluntária no Ministério Irmã Rosa de Ferro
"Conduza-me a alguma alma hoje" é uma canção que eu cantava na igreja que eu cresci. Ainda consigo ouvir a Igreja de Cristo do centro de Kansas City, Missouri, cantando-a em meados da década de 1960. Cantávamos essa música, orávamos pelas almas e depois íamos de porta em porta, convidando as pessoas para virem à igreja, ou para um estudo bíblico, e perguntávamos quais eram suas necessidades. Lembro-me de muitas pessoas que, a princípio, ficavam curiosas, e depois de verem a verdade, se comprometiam a se tornar cristãos. Isso significa ter o mesmo coração que Deus e ser parceiro Dele em Seu desejo, como vemos em 1 Timóteo 2:3b-4: “...Deus, o nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (NVI). Era também o desejo do apóstolo Paulo, como vemos em Romanos 10:1: “Irmãos, o desejo do meu coração e a minha oração a Deus pelos israelitas é que eles sejam salvos.” Isso era importante para Deus e para o apóstolo Paulo, e por isso também deve ser a nossa oração.
Então a pergunta é: como conseguimos isso? A oração vem em primeiro lugar, e depois a compreensão de que existem muitas maneiras de ser testemunha do Cristo que vive em nós. Um exemplo pessoal disso é com nossa vizinha, Jackie.
Jackie morava do outro lado da rua, em Baton Rouge, Louisiana. Pouco depois de nos mudarmos para nossa casa, fui até a casa dela para convidá-la para o estudo bíblico feminino do bairro, às quintas-feiras. Ela soprou fumaça de cigarro no meu rosto e disse que não estava interessada. Disse para eu voltar quando as aulas começassem, pois o filho dela estaria na escola e ela teria mais tempo. Achei que ela era a pessoa mais desinteressada que eu já tinha conhecido. No entanto, fielmente, fui nos anos seguintes, no início do ano letivo. Todas as vezes, ela soprou fumaça de cigarro no meu rosto e inventou desculpas diferentes. No ano seguinte, decidi que não gostava de sofrer (tenho muita aversão à fumaça de cigarro) e, além disso, ela não estava interessada. Desisti dela e comecei a orar por outra vizinha.
Mas foi naquele ano que ela veio à minha casa! Ela me perguntou se ainda tínhamos o estudo bíblico feminino do bairro. Eu respondi que sim, e então ela voltou correndo para casa. No dia seguinte, ela voltou e disse que gostaria de saber mais sobre a igreja que eu frequentava. Combinamos que ela voltaria no dia seguinte para conversarmos. A oração cobriu essa oportunidade inesperada. Chegou a manhã seguinte e estávamos sentadas à mesa da cozinha. Eu tinha acabado de tomar um gole de chá gelado e estava abrindo a boca para começar a falar quando entraram alguns amigos da igreja que disseram: “Oi, estou com fome. Alimente-nos.”
Era uma amiga chamada Edith com seu filho de 2 anos, um bebê chorando e um casal de noivos. Edith era nossa amiga porto-riquenha com quem, junto com o marido, tínhamos estudado a Bíblia um ano antes. Como parte do relacionamento no Reino, nossas famílias jantavam juntas todas as segundas-feiras à noite, orávamos juntas, continuávamos o estudo bíblico e até tiramos duas férias de verão juntas. Fiquei feliz em ver Edith, mas, na minha opinião, o timing foi péssimo. Pensei: "Meu Deus, será que o Senhor sabe o que está fazendo? Minha vizinha finalmente se interessou, e justo agora que nossos amigos aparecem para uma refeição." Ofereci sanduíches e sussurrei para Edith: “Estou tentando estudar a Bíblia com minha vizinha. Você pode levar os sanduíches e não se demorar?” Edith e suas amigas foram embora logo, mas Jackie também. Achei que tinha sido um fracasso. No entanto, como diz Isaías 55:8: “Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos", declara o Senhor.”
Eu pensava que Jackie não estava interessada, mas, na verdade, ela estava muito aberta e curiosa. Ela havia se inscrito em vários cursos bíblicos. Além disso, algo que eu desconhecia, ela e sua família nos observavam frequentemente da janela da cozinha. Eles nos viam sair para a igreja, receber irmãos e irmãs para jantar, organizar jogos de vôlei e presenciaram o Reino em ação quando nossa casa alagou. Ela testemunhou os relacionamentos em Cristo nas casas uns dos outros. Ela admitiu que nunca havia experimentado nada parecido com a família de Deus vivendo em comunhão com Ele e uns com os outros. Ela estava sedenta por saber mais e conhecê-Lo. Estudamos mais a fundo e ela se tornou cristã. Sim, tudo começou com uma batida na porta dela, mas foi muito mais do que isso, por causa da vivência da fé diante dela.
Você está vivendo em oração o ensinamento da canção "Conduza-me a alguma alma hoje" e buscando ter o mesmo desejo de Deus e de Paulo de que todas as pessoas conheçam a verdade? Que Deus nos abençoe a todos enquanto permanecemos Nele para dar frutos.- Detalhes
Escrito por Amanda Miriam, voluntária no Ministério Irmã Rosa de Ferro em João Pessoa, Paraíba
Amada irmã, é com muita gratidão que compartilho com você, um pouco do que refleti com base no tema que me foi proposto. Recomendo que você tenha sua bíblia em mãos, ore e peça que o Senhor fale com você por meio da Sua Palavra. Temos um tema precioso aqui.
No capítulo 15 do evangelho de Lucas, são apresentadas três parábolas. Elas falam sobre os perdidos: a ovelha, a moeda e o filho. Mas antes de adentrarmos nas parábolas, o texto fala sobre quem estava presente enquanto Jesus ensinava. Nos versículos 1 e 2, o público se divide basicamente em dois grupos, os publicanos e pecadores, que eram os “ouvintes” e os fariseus e mestres da lei que eram os “críticos”.
O grupo dos “críticos” achava um completo absurdo que Jesus se sentasse à mesa junto com os publicanos e pecadores. Eles se achavam dignos, superiores, consideram-se muito acima dos pecadores, contudo eram incapazes de ouvir o que Jesus estava falando.
Minha oração é que nós sejamos do grupo das que ouvem o que Jesus tem a dizer, das que sabem exatamente onde foram encontradas e do alto preço que foi pago, para que fossemos restauradas e trazidas de volta com grande alegria a casa do pai. Uma vez restauradas nossa missão é ir e levar o evangelho a toda criatura, nossa missão não é criticar, ou escolher quem vai ou não ouvir sobre Cristo, precisamos ir buscar com compaixão e alegria aqueles que estão perdidos, sem soberba ou superioridade, o evangelho é para todos.
Três situações foram apresentadas: o homem que saiu em busca da ovelha, a mulher que varreu a sua casa buscando a moeda, e o pai que precisou esperar o retorno do filho que decidiu partir. O que acontece em nossos corações enquanto buscamos? O que vem a nossa mente enquanto esperamos? No versículo 22 diz que o pai recebeu o filho de volta, cheio de compaixão.
Existem diversos contextos em que a nossa missão do “ide” (Mt 28:18) será cumprida, buscaremos perdidos em diferentes situações, mas a Palavra nos revela que a oração é uma ferramenta poderosa em todas elas. Primeira aos Tessalonicenses 5:17 diz: “Orem continuamente”.
Em Mateus 17:14-22 fala sobre a cura de um menino endemoniado, o pai do menino vem até Jesus suplicando que ele cure o seu filho, uma vez que ele já havia procurado os discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo. Jesus curou o menino, disse aos discípulos que uma fé do tamanho de um grão de mostarda seria capaz de transportar montes e concluiu dizendo: “Mas esta espécie só sai pela oração e pelo jejum”.
Independente de qual seja a situação e de quem seja o perdido que você tem buscado, ore! Precisamos nutrir a nossa fé com a Palavra da verdade e com orações constantes, assim teremos corações compassivos e não críticos ou ressentidos.
Irmã, você consegue pensar no nome de alguém que você saiu de casa repetidas vezes buscando trazer essa pessoa para Cristo? Se você ainda não desfrutou da alegria de ver esse encontro, persevere em oração. Você consegue pensar no nome de alguém na sua casa, que ainda não está em Cristo? Persevere em oração. Tem alguém que deixou a casa do pai e você está esperando que volte? Persevere em oração.
Se você puder, tome um tempo e ore mais uma vez por aqueles que Deus colocou no seu caminho e precisam ser resgatados. Que sejamos perseverantes e o Senhor nos conduza em cada passo dessa missão.
