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Quando paramos para pensar que o Filho unigênito de Deus, que veio ao mundo em forma humana, dedicou todo o seu ministério para curar, salvar e amar as pessoas em sua volta, percebemos a Sua grandiosidade. Logo Ele, que é o herdeiro de Deus Pai, renunciou à Sua glória para estar entre nós. Com humildade e amor alimentou pessoas famintas, curou doentes e sarou o coração de muitos, inclusive os que precisavam de saúde espiritual.
Hoje em dia, é difícil para nós compreender tamanho gesto de cuidado e serviço ao olharmos com nossa ótica carnal, mas, o maior propósito de Jesus na Terra era um: “como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mt 20:28). Antes de aprofundar sobre esse versículo, gostaria de definir o que significa o verbo servir: trabalhar em favor de (alguém, uma instituição, uma ideia, etc).
Como lido acima, servir é um trabalho, prestar serviço a algo e/ou alguém, podendo receber algo em outra (como um salário, por exemplo) ou simplesmente ser um ato voluntário. De toda forma, servir é ação. Ao examinar os evangelhos observamos a atitude Jesus Cristo perante a humanidade, vemos um homem amável, dócil, bondoso, compassivo, humilde, misericordioso e muitos outros adjetivos. Contudo, ao focar nos três anos do seu ministério messiânico, vemos que Ele evidencia a Sua essência divina na forma de amor e serviço.
Na igreja de Cristo, há inúmeras formas de servir uns aos outros, tantos aos irmãos da igreja, como aos de fora. Podemos participar ativamente dos ministérios que a congregação possui (infantil, casais, benevolência, etc), como também temos a oportunidade de fazer aqueles detalhes que não são vistos pela maioria (fazer a ceia, limpeza do prédio, manutenção, etc), e devemos servir com nossa sabedoria, experiência de vida/profissional e aconselhamento. Como mulheres cristãs, o leque de serviços é diverso e cada uma pode examinar em qual se encaixa melhor.
Se formos procurar uma fonte de inspiração e espelho para seguir, não há exemplo mais perfeito de SERVO do que Jesus Cristo, nosso Senhor e Mestre (e, ao falar Senhor, quero dizer que somos escravas dele, ele nos comprou por um alto preço). O fato interessante aqui é: o nosso Senhor é dono do universo inteiro, Filho de Deus e nosso Salvador, tornou-se servo, a fim de resgatar e salvar muitos, para ser um exemplo a seguirmos – pois o discípulo imita o seu mestre. Logo, se Cristo se submeteu à servidão espontaneamente, por amor à humanidade, como nós, pecadoras e escravas/servas dele, podemos não querer seguir os seus passos?
Se refletirmos profundamente sobre nossos deveres cristãos, o serviço é algo indispensável ao cristão, quando feito com sinceridade e espontaneidade, ele tem o potencial de nutrir o nosso Espírito, fortalecer as relações interpessoais, aprimorar nossas habilidades, além de ser um enorme gesto de amor, obediência e submissão a Deus. Quando penso em serviço, me vem a ideia de que o ponto central é o AMOR, pois, se eu estou cheia de amor em meu coração, servir não é um fardo, mas sim um lindo reflexo do que temos dentro de nós: a luz ofuscante de Jesus Cristo. Servir é amar, quem está cheio de amor para dar certamente servirá ao próximo com alegria. Pensando mais além, tudo isso é o resultado do fruto do Espírito sendo desenvolvido e lapidado dentro de cada uma de nós, dia a dia. É a missão que Jesus deixou para nós, é e sempre foi o desejo dele que ‘servir’ fosse mais importante do que ‘ser servido’, denota humildade e sujeição.
Um belo exemplo de como Jesus demostrou que veio para servir e não ser servido está na passagem bíblica de João 13:12-14 (o dia em que Jesus fez o ato de lavar os pés dos seus apóstolos), Ele nos ensina sobre seu caráter e, principalmente, nos dá a preciosa lição sobre humildade conectada ao serviço. Muitas vezes, almejamos coisas grandes e chamativas na igreja, todavia, conforme está escrito em Marcos 10:43, nossa meta não deve ser a de termos reconhecimento e prestígio, porque o nosso alvo é o de sermos simplesmente servas fiéis de Cristo Jesus!
Sei que na nossa jornada cristã teremos barreiras para desenvolvermos esse serviço no meio da igreja, nem sempre será a coisa mais fácil e divertida a se fazer, contudo, quero encorajá-las a tentar. Comece com algo pequeno, fácil e que você domine, ou seja simples de aprender. Lembre-se que servir é: amar, imitar e glorificar Jesus.
Que sejamos servas de Cristo. Amém!
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Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações.(2Co 1:3-4 NVI)
O Criador de todo o universo é descrito como o “Pai de Compaixão”; que lindo e reconfortante! No entanto, o que exatamente é compaixão? Em Hebreus 1:3a, lemos que “O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser.” Portanto, podemos examinar a vida de Jesus para compreender a natureza da compaixão.
No evangelho de Mateus, Jesus viaja pelas cidades e aldeias, “ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando todas as enfermidades e doenças” (Mt 9:35). Jesus teve compaixão das pessoas que Ele viu. Ele curou um homem leproso (Mt 8:2-3), dois cegos (Mt 20:29-33), membros doentes de uma grande multidão (Mt 14:14) e forneceu comida para 4.000 pessoas famintas (Mt 15:32-38). No relato de Jesus curando os dois cegos, algumas versões dizem que Jesus foi movido por compaixão. Quando Jesus sentiu simpatia pelos outros, Ele fez algo a respeito. Com Jesus aprendemos que compaixão implica ação.
Como discípulas de Cristo, somos chamadas a seguir os Seus passos (Mc 8:34-35). Devemos voluntariamente deixar de lado o nosso pecado e o nosso egoísmo na busca de Cristo, seguindo o Seu exemplo e sendo movidas pela compaixão. Jesus declara: “Quem me serve precisa seguir-me; e, onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve, meu Pai o honrará” (Jo 12:26). De acordo com o quadro retratado nas Escrituras, a compaixão é claramente uma parte central do nosso compromisso de servir a Cristo; é até mesmo a base para a separação entre ovelhas e cabras no dia do julgamento. Considere cuidadosamente esta cena crítica:
Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes. E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: “Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram.” (Mt 25:31-36)
Os versículos subsequentes explicam que quando demonstramos compaixão ao satisfazer as necessidades dos menores seguidores de Jesus, estamos efetivamente servindo ao próprio Jesus. Vamos contemplar o valor eterno de demonstrar compaixão.
O apóstolo Paulo escreve,
Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito. (Col 3:12-14)
Como podemos mostrar compaixão por meio de nossas ações?
- Ser voluntária em uma ONG;
- Levar alguém à consulta médica;
- Preparar comida para alguém que está doente, de luto ou que é mãe de primeira viagem;
- Orar fervorosamente por alguém ao longo do dia;
- Fornecer um ouvido atento para alguém que precisa de conforto;
- Ajudar alguém a fazer as malas, desfazer as malas ou limpar a casa;
- Abordar humildemente o pecado impenitente na vida de uma irmã que está colocando sua alma em perigo;
- Visitar alguém no hospital, se recuperando em casa ou sozinho;
- Perdoar alguém. As Escrituras frequentemente apresentam compaixão e perdão juntos, indicando uma conexão entre os dois. Como Efésios 4:32 instrui: “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo.”
Uma irmã trabalhadora em nossa congregação é um bom exemplo de cristã compassiva. Ela me convidou para ser voluntária ao lado dela em um banco de alimentos, acordou horas antes do nascer do sol para me levar a um procedimento ambulatorial, ensina aulas bíblicas para crianças e ajuda regularmente membros idosos e deficientes da igreja que precisam de assistência. Quase sempre ela pode ser encontrada fazendo algo por alguém. Sua compaixão me lembra meu versículo favorito: “Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam a ajudá-los” (Hb 6:10).
Compaixão implica ação. Como você pode demonstrar compaixão hoje?