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Escrito por Deanna Brooks, voluntária com o Ministério Irmã Rosa de Ferro
Em Filipenses 3:8-11 (NVI), Paulo escreve:
Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, o meu Senhor, por quem perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar Cristo e ser encontrado nele, não tendo a minha própria justiça que procede da lei, mas a que vem por meio da fé em Cristo, a justiça que procede de Deus e se baseia na fé. Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação nos seus sofrimentos, tornando-me como ele na sua morte, para, de alguma forma, alcançar a ressurreição dentre os mortos.
Em Lucas 14:25-33, Jesus nos admoesta a calcular o preço de ser um discípulo e termina com essas palavras no versículo 33: “Da mesma forma, qualquer de vocês que não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo.”
Paulo tinha um histórico para se orgulhar, mas significava menos para ele do que o conhecer a Cristo. Lemos em Filipenses 3:3-7 que ele foi...
“circuncidado no oitavo dia de vida, pertencente ao povo de Israel, à tribo de Benjamim, hebreu dos hebreus; quanto à lei, fariseu; quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível. Contudo, o que para mim era lucro passei a considerar como perda, por causa de Cristo.”
Paulo nasceu em Tarso e era um cidadão romano que estudou aos pés de Gamaliel e provavelmente estava sendo preparado para eventualmente se tornar um líder religioso bem respeitado. Pensa-se que por ter sido educado por Gamaliel, vinha de família rica.
Paulo segurou as vestes daqueles que apedrejaram Estêvão (At. 7:58) e aprovou a execução (At. 8:1), indicando que tinha alguma autoridade entre os líderes judeus. Ele muito provavelmente era visto como um dos líderes jovens e brilhantes no caminho ao topo.
Contudo, no caminho para Damasco, Jesus chamou a atenção de Paulo e mudou sua vida.
Quando tomou a decisão de seguir Jesus, cortou laços com sua vida anterior…com aqueles com quem estudou, com os líderes religiosos e talvez com sua fonte de renda.
O exemplo que Paulo nos dá em não ver nada nesse mundo como sendo tão importante quanto seguir a Jesus Cristo nos conta sobre sua dedicação e fé.
O que nos impede de “conhecer Cristo”?
Às vezes, é só a vida corrida que vivemos. Outras vezes, é a TV, eventos esportivos, ou entretenimento do mundo. O tempo passa…nosso dia foge de nós, e não temos parado para orar, ler as Escrituras, ou meditar. Estamos preocupados com nosso trabalho, carro, boletos, ou nossa casa, e isso toma conta das nossas vidas.
Mas Jesus uma vez falou que o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça. (Mt. 8:19-20).
Paulo aparenta estar numa situação parecida. Ele se afastou do que tinha para que pudesse ensinar os outros sobre Jesus. Não temos registro de que ele teve um lar permanente depois de se tornar um seguidor de Cristo. Não tinha esposa e nem filhos, mas apesar de ter uma irmã e sobrinho (At. 23:16), encontrou um lar com outros discípulos nas suas viagens.
Embora viver um estilo de vida nômade talvez não seja algo que a maioria de nós podemos fazer, podemos decidir colocar Jesus em primeiro lugar nas nossas decisões sobre coisas que ocupam nosso tempo, como usamos nosso dinheiro e como tratamos os outros.
Encorajo cada uma de nós a parar e pensar: Há algo que está me impedindo de colocar Jesus acima de tudo na terra? Do que eu preciso abrir mão para realmente tornar Jesus o senhor da minha vida?
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Escrito por Katie Forbess, voluntária e Presidente da Diretoria do Ministério Irmã Rosa de Ferro
O tema do MIRF esse ano é “Comprometidas com Cristo 24 horas por dia em 2024”.
Você já se encontrou em um momento em que sentiu que podia perder tudo? Quero dizer, tudo poderia literalmente ser tirado de você. A vida que você estava vivendo e todas as razões pelas quais você mantinha a cabeça erguida poderiam ser retiradas de você. Se você perdesse literalmente tudo que tem, o que sobraria?
Não posso dizer que isso tenha acontecido comigo, mas já enfrentei um momento em que considerei seriamente que isso poderia acontecer. O que me restou? Cristo. Fiquei com Cristo. Cristo para me mostrar como agir e o que fazer. Cristo para definir quem eu sou. Cristo para me dar uma razão para continuar e colocar um pé na frente do outro. Cristo para me permitir dizer: “Vai ficar tudo bem. Não sei quando ou exatamente como, mas vai ficar tudo bem.”
“Mas o que para mim era lucro, passei a considerar perda, por causa de Cristo.” (Fp. 3:7)
O que ganhei? Todas aquelas coisas que eu estava com medo de perder se tornaram nada em comparação ao meu desejo de conhecer Cristo melhor. Segui-Lo mais. Ler mais a minha Bíblia. Falar mais com os outros sobre Ele. Aquela experiência me fez repensar a maneira que vivo meu dia a dia e a maneira que estou comprometida com Cristo.
O tema para esse ano é muito pessoal para mim, pois me esforço a continuar contando tudo o que foi perdido em comparação com o que eu encontro e espero encontrar em Cristo. Agora vivo comprometida com Cristo 24 horas por dia, mas isso significa que não tenho mais nada a aprender? Não.
Como esse compromisso molda e forma todos os outros compromissos na minha vida? Posso dizer que o que estudaremos esse ano como nosso tema foi essencial em como saí daquela situação e como isso fortaleceu minha decisão de me aproximar dEle.
A cada mês focaremos em um tema novo para nos ajudar a considerar como podemos ser mais comprometidas com Cristo, incluindo “Comprometidas em Oração”, “Comprometidas Umas com as Outras em Cristo” e “Comprometidas a Confiar e Obedecer”.
Tire um minuto para considerar tudo que você tem como perda comparado com Cristo. Todos os títulos que você conquistou, todos os relacionamentos que você tem, todo o dinheiro que você já ganhou — tudo se foi. O que sobrou? Oro que a resposta seja Cristo.