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Frequentemente cantamos um hino que diz:
Fixe seus olhos em Jesus
Contemple sua face maravilhosa
E as coisas do mundo irão perder seu brilho
Com a luz da sua glória e graça
Essas palavras escritas por Helen Lemmel falam de Escrituras ditas há muito tempo sobre o nosso foco na vida.
O autor de Hebreus escreve: “…tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé…” (Hb 12:2a NVI).
Outras versões referem-se a Jesus como aquele "por meio de quem a nossa fé começa, e é ele quem a aperfeiçoa."
Meu pai, que cresceu em uma fazenda, usou o exemplo de um fazendeiro que arava com um arado manual antigo. Suas fileiras eram retas porque ele se concentrava em um poste ou árvore à distância enquanto arava, em vez de olhar para o chão ou para a paisagem.
Paulo escreveu: "Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas.” (Cl 3:2).
A nossa vida cotidiana tem coisas que nos distraem; podem ser necessidades como o trabalho ou a família, ou estar concentrados nos prazeres da vida.
Quando Mateus conta que Pedro andou sobre as águas, ele escreve: “Então, Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi em direção a Jesus. Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou, ‘Senhor, salva‑me!’” (Mt 14:29-30).
Veja o que Mateus diz:
1. Pedro havia pedido para ir até Jesus (Mt 14:28).
2. Pedro saiu do barco (Mt 14:29).
3. Pedro andou sobre as águas (Mt 14:29).
4. Então, Pedro começou a olhar para a tempestade... os ventos e as ondas... ficou com medo... e começou a afundar (Mt 14:30)
Pedro tirou os olhos de Jesus e começou a observar a tempestade. Foi aí que ele teve um problema.
Fazemos a mesma coisa quando nos deparamos com as dificuldades da vida, sejam elas de relacionamentos, finanças, saúde ou qualquer outra coisa. Isso é o que agrada ao maligno — esquecermos que Jesus é a nossa Rocha.
Davi escreveu: "A minha alma descansa somente em Deus; dele vem a minha salvação. Somente ele é a rocha que me salva; ele é a minha torre segura! Jamais serei abalado!" (Sl 62:1-2)
De volta a Pedro: os versículos que seguem o seu pedido de ajuda nos contam que Jesus estendeu a mão e segurou Pedro e juntos voltaram para o barco. Isso significa que Pedro andou sobre as águas pela segunda vez… com Jesus ao seu lado. A redenção faz isso por nós quando olhamos para Jesus como Pedro fez.
Jesus faz o mesmo por nós quando olhamos para Ele – Ele nos leva à segurança.
Há uma citação que me dá paz em relação às tempestades da vida:
“Às vezes Deus acalma a tempestade, mas às vezes Deus deixa a tempestade se agravar e acalma Seu filho.”
Quando nos concentramos em Jesus, confiando que Ele cumprirá Suas promessas e estará sempre conosco, as tempestades da vida terão menos poder sobre nós.
Há muito tempo, Moisés escreveu: "Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa deles, pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês; nunca os deixará, nunca os abandonará" (Dt 31:6).
Isaías reafirmou essa promessa em palavras diferentes:
Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu. Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; e, quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, você não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas. Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, o Santo de Israel, o seu Salvador. (Is 43:1b-3a)
Fixar nossos olhos em Jesus significa procurá-lo nos acontecimentos cotidianos da vida, buscando fazer Sua vontade. Significa confiar que Ele intercede por mim quando não sei orar, quando a vida entra em colapso e as palavras não vêm.
A pergunta que faço é: O que há na minha vida que me impede de focar em Jesus, meu Redentor?
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“Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu” (Ec 3:1 NVI)
Saber esperar em Deus, confiar que Ele sempre nos dará aquilo que sabe que necessitamos, no Seu tempo e lembrar que Ele nos diz o que devemos ou não fazer, exige prática e o nosso firme compromisso.
No meu início na vida cristã, eu tinha apenas uma leve ideia de como falar aos outros sobre Jesus, também achava difícil me oferecer para orar publicamente por medo de errar e dar um mau testemunho (mais do que medo de falar em público). Embora estivesse sempre disposta a servir e ajudar no que me pedissem ou onde fosse necessário, sabia que não estava dando tudo de mim, pois em casa dedicava pouco tempo à oração e ao estudo da Palavra. No entanto, continuei a ler a Bíblia ocasionalmente e participar de aulas, reunião de mulheres, cultos dominicais e aulas do ministério infantil.
Como todos sabemos, Deus nos molda passo a passo, nos bons e nos maus momentos, acumulando deles experiência. No meu caso, tenho vergonha de confessar, houve momentos em que falhei e duvidei da minha fé, do carinho e interesse dos irmãos e até do sentido da vida humana. Porém, continuei frequentando, continuei servindo, continuei tentando entender, continuei levando minha família nas atividades da igreja até entender o que é compromisso com Cristo.
No passado, se alguém pedisse oração, eu pensaria: “vamos orar agora”. Quando alguém precisava de conforto, eu estava presente, mesmo repetindo apenas as frases habituais e tendo dificuldade em me expressar. Agora, que estou mais comprometida, eu também oro mesmo que não peçam e continuo fazendo isso até ver uma resposta a esse pedido. E se vejo que alguém precisa de conforto através de um abraço ou de uma palavra gentil, eu darei e se estiver longe, me comunico com frases sinceras demonstrando empatia e amor. No passado, quando algo exigia esforço físico, eu fazia, mas mecanicamente. No meu atual estado de saúde, se quero apoiar uma atividade que exija um esforço físico além da minha capacidade, eu sei que posso pedir ajuda de outros e colaboro em tudo que tenho condições. Hoje em dia, fico encorajada quando tenho a oportunidade de bater de porta em porta convidando pessoas para uma campanha ou atividade da igreja, vou com entusiasmo e amor procurar os perdidos. Meu compromisso ficou mais forte.
É difícil saber exatamente quando o meu compromisso com Cristo ficou mais forte; pode ter sido quando fui demitida do meu trabalho como professora de pré-escola. Porém, naquela época, dediquei mais tempo ao meu trabalho na escola dominical. Também poderia ter sido quando minhas filhas saíram do ninho, infelizmente, porque eu poderia ter sido um exemplo melhor para elas. Mas naquela época minha saúde me manteve muito ocupada e focada principalmente na oração. Chegou então o momento da pandemia onde, graças a Deus, meu marido e eu pudemos nos dedicar à leitura e ao estudo diário da Palavra, entrando em contato com irmãos de outros lugares graças aos recursos tecnológicos inspirados por Deus, aprendendo e tendo vontade de estudar cada dia mais, praticando o que aprendemos e compartilhando com outras pessoas.
Hoje eu entendo que se comprometer com Cristo é um prazer, que devemos sentir amor, ter responsabilidade, entusiasmo, dedicação, vontade de aprender e nos sentir muito bem a cada passo que damos nessa direção. Sei também que este compromisso às vezes nos levará a fazer um esforço, a superar obstáculos e a vencer o nosso próprio cansaço ou o desânimo que possam surgir. É uma tarefa que muitas vezes nos testa e que nem sempre dá os resultados que esperamos.
Se dedicarmos nosso tempo trabalhando para o Senhor, Ele abençoará o trabalho. Eu sei que não devo desistir quando situações adversas que surgem. Minha saúde está passando por momentos difíceis, oro chorando por causa da dor, mas eu também adoro fortemente. Quando eu quero participar de uma atividade, mas minha situação econômica me impede de fazê-lo, peço a quem participa que me envie fotos, áudios ou vídeos daquela atividade e compartilho, sentindo-me grata pela tecnologia. Todos os dias compartilho com alguém sobre Deus e o evangelho da salvação.
Você acha que devemos nos comprometer apenas quando estamos bem física e emocionalmente? A sua situação financeira influencia o seu trabalho para o Senhor? Que permaneçamos comprometidas ainda que estejamos enfrentando um momento desafiador!