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Amanda MiriamEscrito por Amanda Miriam, voluntária no Ministério Irmã Rosa de Ferro em João Pessoa, Paraíba

Amada irmã, é com muita gratidão que compartilho com você, um pouco do que refleti com base no tema que me foi proposto. Recomendo que você tenha sua bíblia em mãos, ore e peça que o Senhor fale com você por meio da Sua Palavra. Temos um tema precioso aqui.

No capítulo 15 do evangelho de Lucas, são apresentadas três parábolas. Elas falam sobre os perdidos: a ovelha, a moeda e o filho. Mas antes de adentrarmos nas parábolas, o texto fala sobre quem estava presente enquanto Jesus ensinava. Nos versículos 1 e 2, o público se divide basicamente em dois grupos, os publicanos e pecadores, que eram os “ouvintes” e os fariseus e mestres da lei que eram os “críticos”.

O grupo dos “críticos” achava um completo absurdo que Jesus se sentasse à mesa junto com os publicanos e pecadores. Eles se achavam dignos, superiores, consideram-se muito acima dos pecadores, contudo eram incapazes de ouvir o que Jesus estava falando.

Minha oração é que nós sejamos do grupo das que ouvem o que Jesus tem a dizer, das que sabem exatamente onde foram encontradas e do alto preço que foi pago, para que fossemos restauradas e trazidas de volta com grande alegria a casa do pai. Uma vez restauradas nossa missão é ir e levar o evangelho a toda criatura, nossa missão não é criticar, ou escolher quem vai ou não ouvir sobre Cristo, precisamos ir buscar com compaixão e alegria aqueles que estão perdidos, sem soberba ou superioridade, o evangelho é para todos.

Três situações foram apresentadas: o homem que saiu em busca da ovelha, a mulher que varreu a sua casa buscando a moeda, e o pai que precisou esperar o retorno do filho que decidiu partir. O que acontece em nossos corações enquanto buscamos? O que vem a nossa mente enquanto esperamos? No versículo 22 diz que o pai recebeu o filho de volta, cheio de compaixão.

Existem diversos contextos em que a nossa missão do “ide” (Mt 28:18) será cumprida, buscaremos perdidos em diferentes situações, mas a Palavra nos revela que a oração é uma ferramenta poderosa em todas elas. Primeira aos Tessalonicenses 5:17 diz: “Orem continuamente”.

Em Mateus 17:14-22 fala sobre a cura de um menino endemoniado, o pai do menino vem até Jesus suplicando que ele cure o seu filho, uma vez que ele já havia procurado os discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo. Jesus curou o menino, disse aos discípulos que uma fé do tamanho de um grão de mostarda seria capaz de transportar montes e concluiu dizendo: “Mas esta espécie só sai pela oração e pelo jejum”.

Independente de qual seja a situação e de quem seja o perdido que você tem buscado, ore! Precisamos nutrir a nossa fé com a Palavra da verdade e com orações constantes, assim teremos corações compassivos e não críticos ou ressentidos.

Irmã, você consegue pensar no nome de alguém que você saiu de casa repetidas vezes buscando trazer essa pessoa para Cristo? Se você ainda não desfrutou da alegria de ver esse encontro, persevere em oração. Você consegue pensar no nome de alguém na sua casa, que ainda não está em Cristo? Persevere em oração. Tem alguém que deixou a casa do pai e você está esperando que volte? Persevere em oração.

Se você puder, tome um tempo e ore mais uma vez por aqueles que Deus colocou no seu caminho e precisam ser resgatados. Que sejamos perseverantes e o Senhor nos conduza em cada passo dessa missão.