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Michelle updated 2024Escrito por Michelle J. Goff, Fundadora e Diretora Executiva do Ministério Irmã Rosa de Ferro

Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo. (1Co 11:1 NVI)

Imediatamente após minha formatura da faculdade, meus pais e eu fomos de caravana direto para Atlanta, Geórgia, onde eu trabalharia como assistente do Diretor de Missões, Bob Brown, missionário de longa data na Venezuela. Eu havia estagiado com ele durante um verão dois anos antes e já havia começado a viajar extensivamente com ele e outros para a Venezuela, Colômbia, México e até mesmo para o Cazaquistão.

Comecei a fazer muitas dessas viagens sozinha, palestrando em encontros femininos, apoiando novas igrejas, servindo em campanhas evangelísticas, aconselhando em acampamentos de adolescentes e ensinando as jovens. Entre os obreiros locais do Reino, eu era conhecida como Michelle secretária de Bob. O apelido se tornou meu sobrenome ou meu identificador principal.

Após um ano e meio trabalhando juntos em Atlanta, Bob e sua família decidiram aceitar o convite de um pequeno grupo em Denver, Colorado, para colaborar na implantação de uma igreja na parte sul da cidade (Highlands Ranch). Além disso, o objetivo era estabelecer uma congregação de língua espanhola na região. Mais de 33% da população era hispânica, mas não havia igrejas de Cristo em toda a região metropolitana.

Fui convidada me juntar à equipe que estava se formando para atender às necessidades do Reino em Denver. Mas eu estava em conflito. Também havia sido convidada a assumir o cargo que Bob deixaria como Diretor de Missões. E, ao mesmo tempo, me ofereceram a oportunidade de receber apoio integral por 3 a 5 anos, durante os quais eu serviria como missionária na Venezuela, na cidade de minha escolha.

Aaaaahhhhh, o que devo fazer?! Você pode imaginar as noites sem dormir lutando em oração e indecisão. Também busquei conselhos sábios sobre essa decisão tão importante que eu sentia que mudaria o curso de toda a minha vida.

Naturalmente, pedi conselhos ao meu mentor e chefe. Um dos meus argumentos para não ir a Denver era que eu não queria que as pessoas dissessem que eu estava seguindo o Bob... "Ah, claro que ela se mudou para Denver. Ela está apenas seguindo o Bob." A resposta dele ao meu medo foi: "E daí se disserem que você está me seguindo? Qual é o problema?"

"Eu não deveria seguir um homem! Eu deveria, sempre, seguir somente a Cristo!" (Sim, eu sei que minha resposta poderia ter sido diferente se eu fosse casada...)

“Vá ler 1 Coríntios 11:1.”

“Eu li e tenho um problema com isso!” (Uma tradução anterior que eu estava consultando mentalmente era “Siga-me, como eu sigo a Cristo.”)

“Então acho que você precisa meditar nesse versículo.”

“Ugh!”

Lembro-me daquela conversa e do meu nível de frustração como se tivesse acontecido ontem. O que também me lembro é do tempo que passei meditando naquele versículo. Na minha interpretação imatura, eu estava focada numa frustração de seguir Paulo ou qualquer pessoa que não fosse o próprio Cristo. Por meio da oração e meditação em 1 Coríntios 11:1, Deus revelou a importância da segunda frase, "como eu o sou de Cristo."

O Senhor, por meio de Paulo, não nos chamou para seguir os outros cegamente, indiscriminadamente ou ingenuamente. Deus nos chama para seguir a Cristo e andar em Seus passos (1Pe 2:21). Mas Deus também nos deu exemplos imperfeitos, outros seguidores de Cristo, com os quais podemos aprender e crescer.

Se alguém peca, eu não deveria segui-lo no pecado. No entanto, se alguém demonstra arrependimento, abandona o pecado e segue a Cristo em seus passos rumo à aceitação da graça e da misericórdia que Deus oferece, eu devo seguir seus passos de arrependimento em qualquer área que se aplique a mim.

Siga-me, como eu sigo a Cristo. “Sejam meus imitadores, como também sou imitador de Cristo” (1Co 11:1). Oro para que todas possamos dizer essas palavras e nos declarar fiéis seguidoras de Cristo que caminham imperfeitamente na luz, como Ele está na luz (1Jo 1:7).

Esta é a mensagem que dele ouvimos e transmitimos a vocês: Deus é luz; nele não
há treva alguma. Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua palavra não está em nós.
(1Jo 1:5-10)

Quem você está seguindo hoje?

Quem está olhando para você como exemplo de como seguir a Cristo?